Depois do culto, mariduxo tirou umas fotinhos minhas. Estão aí! A qualidade não é boa, e ele é péssimo fotógrafo. Mas tá valendo!


Blog de uma mulher madura que brinca de balanço. E ao mesmo tempo, uma menina insegura que anda de salto alto. Se vc se sente uma mulher madura, e uma menina insegura... Seja bem vinda ao nosso mundo!


Quem me conhece, sabe bem que à noite, só da eu, e meu olho preto sempre. E, quem me conhece, sabe também, que eu vario sempre na cor que eu uso com o preto. Então, tô colocando esta sugestão de make, que tá no site Adoro Maquiagem, da Natura. (Tem o link no fim do post). Espero que vocês gostem, porque eu AMO! A sugestão do maquiador Luis Polastrini é usar um tom verde metalizado.
OBS: Todos os produtos utilizados no make, são Natura. Para encomendá-los, só falar comigo. ;)

















Este texto está escrito em um livro de Platão, no qual Socrates é a primeira pessoas, e seus interlocutores são Glauco e Adimanto. É um diálogo sobre o processo de conhecimento. Platão, mostra a visão de mundo do ignorante, que vive num senso comum, ao qual ele foi imposto. E também, o a visão filosófica, que busca sempre a verdade.
Leia você mesmo, tire um tempinho, vale muito a pena! São apenas 5 minutinhos, para um conhecimento infinito, que pode te abrir, e mostrar caminhos inimagináveis.
"Imaginemos um muro bem alto separando o mundo externo e uma caverna. Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior. No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali.
Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder locomover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira. Pelas paredes da caverna também ecoam os sons que vêm de fora, de modo que os prisioneiros, associando-os, com certa razão, às sombras, pensam ser eles as falas das mesmas. Desse modo, os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade.
Imagine que um dos prisioneiros consiga se libertar e, aos poucos, vá se movendo e avance na direção do muro e o escale, enfrentando com dificuldade os obstáculos que encontre e saia da caverna, descobrindo não apenas que as sombras eram feitas por homens como eles, e mais além todo o mundo e a natureza.
Caso ele decida voltar à caverna para revelar aos seus antigos companheiros a situação extremamente enganosa em que se encontram, correrá, segundo Platão, sérios riscos - desde o simples ser ignorado até, caso consigam, ser agarrado e morto por eles, que o tomaram por louco e inventor de mentiras.
Platão não buscava as verdadeiras essências na simplesmente Phýsis, como buscavam Demócrito e seus seguidores. Sob a influência de Sócrates, ele buscava a essência das coisas para além do mundo sensível. E o personagem da caverna, que acaso se liberte, como Sócrates correria o risco de ser morto por expressar seu pensamento e querer mostrar um mundo totalmente diferente. Transpondo para a nossa realidade, é como se você acreditasse, desde que nasceu, que o mundo é de determinado modo, e então vem alguém e diz que quase tudo aquilo é falso, é parcial, e tenta te mostrar novos conceitos, totalmente diferentes. Foi justamente por razões como essa que Sócrates foi morto pelos cidadãos de Atenas, inspirando Platão à escrita da Alegoria da Caverna pela qual Platão nos convida a imaginar que as coisas se passassem, na existência humana, comparavelmente à situação da caverna: ilusoriamente, com os homens acorrentados a falsas crenças, preconceitos, ideias enganosas e, por isso tudo, inertes em suas poucas possibilidades."
E aí? Qual é a sua caverna?